AS CONFISSÕES D'OL I M PO DES C O M PA S S A D O

Por Hades ou Zeus, eu peço perdão
Talvez por ter sido tolo até então.
Querendo a minha prosa o Luar ou não,
Seja bem-vindo, caro mortal, à este limbo de podridão.

sábado, 23 de outubro de 2010

Interface byronística

Ah, matei a charada!
Meu Luar é mais um filho de Byron!
Ao menos em sua essência, ele é. Afinal, levando em conta fatos e aparências concretas, o Luar amargo não passa de um amontoado de amônia e carbono, preenchido por um grande vácuo de convenção, sem distinção nem segmento de intelecto fértil.
O Luar é preenchido por um grande vazio, isso sim!
No fundo das suas vontades, a Lua tem as manias engendradas pelo Lorde inglês, um dos pais do Romantismo. Entretanto, essas manias se encontram bem no fundo da essência do Luar.
Talvez essas vontades eu tenha conseguido despertar, quem sabe. Pelo menos essa era a minha vontade.



~jft
heterônimo Narciso

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