Pode aparentar sarcástico ou cético, mas devo lhe dizer que a real beleza humana reside no ridículo. Quanto mais ridículo é o indivíduo, mais belo chega a ser. A beleza há de ficar com as mãos dadas com a ridicularidade pois ridículos os deuses do Olimpo nunca foram e nunca serão e, é de conhecimento geral que os olímpicos convertem nos homens o que lhes falta.
Separados por uma linha tênue porém constante, a beleza e o ridículo hão de marcar a essência humana. És ridículo por inúmeros motivos, variáveis ridicularizantes são o que não faltam nessa vida. Sou podre e puramente ridículo pois minto para mim mesmo, sustento uma paixão sem explicação nem fundamento, tenho a consciência de que tudo isso é sem necessidade nem causa, mas continuo mentindo e redigindo páginas e mais páginas de inspiração parnasiana com rimas ou sem estrofes direcionadas somente ao Luar.
E, como a estância humana coexiste com o ridículo, nos resta apenas continuar com as ridicularidades.
Separados por uma linha tênue porém constante, a beleza e o ridículo hão de marcar a essência humana. És ridículo por inúmeros motivos, variáveis ridicularizantes são o que não faltam nessa vida. Sou podre e puramente ridículo pois minto para mim mesmo, sustento uma paixão sem explicação nem fundamento, tenho a consciência de que tudo isso é sem necessidade nem causa, mas continuo mentindo e redigindo páginas e mais páginas de inspiração parnasiana com rimas ou sem estrofes direcionadas somente ao Luar.
E, como a estância humana coexiste com o ridículo, nos resta apenas continuar com as ridicularidades.
~jft
heterônimo Apolo
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