Nem mesmo se as Adríades cantassem,
Ou talvez se Diana sua lira tocasse,
A Ática expiraria tanta felicidade que, pasmem
Meus amargos leitores, sinto ao escrever em nova face.
Já é passada a hora de empunhar
O arco cravejado de platina que encanta
Minhas deusas agora a aguardar
O triunfo de minha poesia, que por entre as rimas, dança.
Fiz do sangue platina pura pelas veias a correr.
Farei da beleza dionisíaca,
Bravura apolínea a se contorcer.
Como poeta armado de certeza e razão
Faço a rima se entreter por entre as linhas, faço-as dançar.
O carbono, que se faz de lâmina e trovão,
Entalha na folha minha essência, simples a cortar.
A Ática expiraria tanta felicidade que, pasmem
Meus amargos leitores, sinto ao escrever em nova face.
Já é passada a hora de empunhar
O arco cravejado de platina que encanta
Minhas deusas agora a aguardar
O triunfo de minha poesia, que por entre as rimas, dança.
Fiz do sangue platina pura pelas veias a correr.
Farei da beleza dionisíaca,
Bravura apolínea a se contorcer.
Como poeta armado de certeza e razão
Faço a rima se entreter por entre as linhas, faço-as dançar.
O carbono, que se faz de lâmina e trovão,
Entalha na folha minha essência, simples a cortar.
~jft
heterônimo Apolo
heterônimo Apolo
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