Vejo minha companheira quando te admiro
e então, continuarei a te admirar.
Mas não te enganes, pois essa companheira é a ausência, irmã do frio
que faz por você me faltar.
Não quero o teu engano, certeiro,
que insiste em me intimidar.
Quero então o meu doce loureiro,
que em ramos e prazeres a Lua pode bordar.
Passa longe a certeza de ter-te por completo,
vôa como andorinha a vontade de parar
com essa paixão que de idiotices me faz repleto,
e que jaz nutrindo de utopia meu tolo olhar.
Mas então, o que me resta a fazer?
Se nem meus olhos posso conter,
se nem mesmo meus verbos posso deter,
apenas na rima devo depositar
as sílabas cansadas a derreter?
Pois bem, farei-as rimar,
farei a vontade vencer.
e então, continuarei a te admirar.
Mas não te enganes, pois essa companheira é a ausência, irmã do frio
que faz por você me faltar.
Não quero o teu engano, certeiro,
que insiste em me intimidar.
Quero então o meu doce loureiro,
que em ramos e prazeres a Lua pode bordar.
Passa longe a certeza de ter-te por completo,
vôa como andorinha a vontade de parar
com essa paixão que de idiotices me faz repleto,
e que jaz nutrindo de utopia meu tolo olhar.
Mas então, o que me resta a fazer?
Se nem meus olhos posso conter,
se nem mesmo meus verbos posso deter,
apenas na rima devo depositar
as sílabas cansadas a derreter?
Pois bem, farei-as rimar,
farei a vontade vencer.
~jft
heterônimo Narciso
heterônimo Narciso
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