Chega.
Meus deuses me abandonaram. Minhas irmãs de arco e flecha largaram por mão todos os meus problemas. Minha convicção se perdeu no mar, afundou, se afogou. Minha poesia morreu, apodreceu, necrosou em cansaço e vontade de basta. CHEGA! Menelau abriu os meus olhos. OBRIGADO, MENELAU! MESMO! Devo minha vida, se é que um dia eu tive direito sobre ela, ao bravo grego que me ajudou.
O Luar tem nojo de mim.
Simples assim.
Nojo.
Nojo.
ASCO.
Se é covardia ou não, não sei. Deve ser mente fechada, restrita. Coisa de gente burra, tola, restrita. Pois que se contente com seu mundo de idiotices e mortalidades com fim. Eu, como bom Olímpico que sou, continuarei com o meu mundo de métrica e imortalidades sem fim. Continuarei rimando, proseando, sei lá. Não tenho mais para quem escrever: meu amor acabou, meu platonismo apodreceu, minha idiotice necrosou. Meu Olimpo desabou, estilhaçado em amor. Logo logo Diana e Atena se separam, e tudo volta ao normal. (Pelo amor de Zeus, não entenda isso como uma praga. Antes fosse).
Não tenho mais razão para escrever: minha inspiração escureceu. Se antes minha poesia era inspirada por um mundo pincelado pela paixão e pelo fetiche, hoje essa inspiração é sépia, engavetada, mofada. Isso! Meu amor mofou.
Não vou perder mais meus dias, horas e prazeres insistindo em um amor entre a minha percepção e a cegueira de um outro mortal qualquer.
Fará falta, sim. Meu sangue.
Meu sangue fará falta a esse mundo.
Alô?
É nessas horas que a gente diz adeus, né?
Ótimo.
Adeus.
Meus deuses me abandonaram. Minhas irmãs de arco e flecha largaram por mão todos os meus problemas. Minha convicção se perdeu no mar, afundou, se afogou. Minha poesia morreu, apodreceu, necrosou em cansaço e vontade de basta. CHEGA! Menelau abriu os meus olhos. OBRIGADO, MENELAU! MESMO! Devo minha vida, se é que um dia eu tive direito sobre ela, ao bravo grego que me ajudou.
O Luar tem nojo de mim.
Simples assim.
Nojo.
Nojo.
ASCO.
Se é covardia ou não, não sei. Deve ser mente fechada, restrita. Coisa de gente burra, tola, restrita. Pois que se contente com seu mundo de idiotices e mortalidades com fim. Eu, como bom Olímpico que sou, continuarei com o meu mundo de métrica e imortalidades sem fim. Continuarei rimando, proseando, sei lá. Não tenho mais para quem escrever: meu amor acabou, meu platonismo apodreceu, minha idiotice necrosou. Meu Olimpo desabou, estilhaçado em amor. Logo logo Diana e Atena se separam, e tudo volta ao normal. (Pelo amor de Zeus, não entenda isso como uma praga. Antes fosse).
Não tenho mais razão para escrever: minha inspiração escureceu. Se antes minha poesia era inspirada por um mundo pincelado pela paixão e pelo fetiche, hoje essa inspiração é sépia, engavetada, mofada. Isso! Meu amor mofou.
Não vou perder mais meus dias, horas e prazeres insistindo em um amor entre a minha percepção e a cegueira de um outro mortal qualquer.
Fará falta, sim. Meu sangue.
Meu sangue fará falta a esse mundo.
Alô?
É nessas horas que a gente diz adeus, né?
Ótimo.
Adeus.
~jft
Heterônimo Apolo
Heterônimo Apolo
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